Metamorfose
Um silêncio adejante de azuis, que se transforme em poema. Palavras que escorram serenas, convertendo-se em carícia, pétala, ou brisa. Silêncio que transborde poemas, de pássaro cativo sonhando manhãs. Um silêncio que seja princípio e fim, e que desemaranhe as palavras enoveladas de ausência.

"Délicatesse...." - Sab34
Escrito por Míriam Monteiro às 21h03
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