Poema em Brasa
Quero a navalha do teu desejo, na minha carne viva, em brasa ardendo. Óbvio ou absurdo, náufrago de mim, eu te quero inteiro. Pois, onde faltas, eu transbordo e onde deserto, tu me habitas.

"Cedeste Ao Sono" - Hugo Amador
Escrito por Míriam Monteiro às 21h00
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